A união do Fleury com a Porto para gerir as unidades ambulatoriais da Oncoclíniocas faz sentido porque há pontos em comum entre as duas empresas de prestação de serviços de saúde.
“O FleuryCotação de Fleury sempre observou oncologia com bons olhos. A oncologia exige muita expertise em diagnóstico e modelo de atendimento é muito parecido: são serviços ambulatoriais com unidades porta para rua, fora do ambiente hospitalar. Então tem muita sinergia operacional, de usar o know-how de atendimento a clientes do FleuryCotação de Fleury, de relacionamento com a comunidade médica, de usar poder de barganha para comprar insumos e medicamentos com melhor custo de efetividade”, disse Harold Takahashi, sócio da gestora Fortezza, que por oito anos foi executivo do FleuryCotação de Fleury.
Em 2022, FleuryCotação de Fleury fechou uma joint venture com o Bradesco e BO-Beneficência Portuguesa na área de oncologia para a criação da Croma, que hoje tem quatro unidades em São Paulo e Rio. “A Croma deve atuar de forma mais orgânica, e tentando fazer um modelo diferente, que dependa menos de referenciamento médico”, disse.
O consultor destacou ainda que a transação passa a fazer sentido. Até então, havia uma incógnita de como a Porto entraria “num deal desse de peito aberto, comprometendo até R$ 1 bilhão sem nunca ter operado como prestador de serviço anteriormente? A resposta está aí.”
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Fonte: Valor Econômico