A Bristol Myers Squibb adicionou quase US$ 1 bilhão ao seu lucro líquido no terceiro trimestre, à medida que os custos caíram e a receita subiu com a força de seus medicamentos mais novos.
A gigante farmacêutica registrou um lucro de US$ 2,2 bilhões, ou US$ 1,08 por ação, em comparação com US$ 1,21 bilhão no mesmo trimestre do ano passado. Excluindo itens não recorrentes, o lucro ajustado foi de US$ 1,63 por ação. Analistas consultados pela FactSet esperavam US$ 1,51 por ação.
A receita subiu 3%, para US$ 12,2 bilhões, superando as projeções dos analistas de US$ 11,81 bilhões, segundo a FactSet.
A receita foi elevada pelo portfólio da Bristol Myers, que inclui os medicamentos de imuno-oncologia Breyanzi, Reblozyl e Camzyos. Esse grupo de crescimento viu a receita aumentar 18%, para US$ 6,9 bilhões.
A receita de seu portfólio legado, que inclui os medicamentos anticâncer Revlimid e Pomalyst, caiu 12%, para US$ 5,4 bilhões. O aumento da demanda por seu anticoagulante prescrito Eliquis foi compensado pelo impacto que as formulações genéricas estão tendo em outros medicamentos do portfólio legado, disse a empresa.
O lucro líquido teve algum alívio, já que os custos totais do trimestre caíram para US$ 9,11 bilhões, em comparação com US$ 10,22 bilhões no ano anterior.
Citando o forte desempenho de seu portfólio, a Bristol Myers elevou sua perspectiva de receita ajustada para o ano inteiro, de US$ 46,5 bilhões a US$ 47,5 bilhões para US$ 47,5 bilhões a US$ 48 bilhões.
A empresa também ajustou sua projeção de lucro por ação ajustado para o ano para US$ 6,40 a US$ 6,60 por ação, afunilando sua perspectiva anterior em cinco centavos em cada ponta.
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Fonte: Valor Econômico