
“Não trate a polilaminina como se fosse a seleção” (Joel Pinheiro da Fonseca, 23/2). Se fossem 20 anos de pesquisa séria, você não acha que já haveria estudos científicos publicados? Estou na torcida, mas infelizmente o que enxergo é muito oba oba e autopromoção com pouca metodologia científica. Estou alertando há meses, em vários posts eufóricos no Instagram.
Roberto Silva (Juiz de Fora, MG)
A comparação não se sustenta. A fosfoetanolamina não tinha resultados clínicos, diferente da poli. Só aí já cairia toda a coluna, mas também vem a comparação com a cloroquina, em um contexto de pandemia e sendo usada como falsa alternativa às vacinas. É muita forçação.
Kaluan Boarini Bernardo (São Paulo, SP)
Muito relevantes as ponderações!
Seueli Correa (Nova Iguaçu, RJ)
O colunista (que não é cientista nem médico neurologista), assim como meia-dúzia de leitores, faz comentários rasos baseados em sua própria opinião (“eu acho” isso ou aquilo). Nem sequer se deram ao trabalho de consultar o CV Lattes da pesquisadora ou uma base de dados oficial e segura como, por exemplo, a PubMed. Teriam verificado que a pesquisadora tem dezenas de artigos científicos publicados em reconhecidos periódicos na área de conhecimento em questão.
Jaqueline Mendes de Oliveira (Rio de Janeiro, RJ)
“Governo Lula revoga decreto de hidrovias na amazônia após um mês de protesto de indígenas” (Ambiente, 23/2). Desenvolvimento sustentável, fontes sustentáveis de energia, fomentar hidro e ferrovias, sim. Desmatar, dragar, poluir, deslocar os povos originários, não. Alinhar interesse econômico e biodiversidade requer estudo, verba, educação, ciência, arte, bom senso, democracia e diálogo. Não é passar a boiada. Atitude lúcida do governo.
Carlos Navas (São Paulo, SP)
Na minha singela opinião, deveria se criar uma comissão ou força tarefa para um estudo que não prejudique os indígenas e, ao mesmo tempo, não prejudique o desenvolvimento do país.
Luis Aneris (Passo Fundo, RS)
“Perita que analisou suposto vídeo sexual do padre Julio Lancellotti se filia a partido do MBL” (Painel, 23/2). É direito dela se candidatar. Mas tem caroço nesse angu.
José Ricardo Ferreira (Piracicaba, SP)
O que mais me entristece nessa perseguição descarada ao padre Julio é que as pessoas às quais ele se dedicava ficarão totalmente desassistidas. Isso é revoltante!!!
Elena Claudia Castro Assunção (Belém, PA)
“Novo racha bolsonarista tem cobrança de Eduardo, briga com Nikolas, e Michelle fritando ‘bananinha’” (Política, 23/2). (Economia, 23/2). Em pleno ano eleitoral o único projeto da direita é manter a família Bolsonaro no poder, feito que não precisa de muito esforço, haja vista que uma boa parcela da população já vota incondicionalmente no bolsonarismo. A parcela que vai decidir a eleição é aquela que vislumbra algum projeto de país, que aprova o que vem dando certo e anseia por melhorias no que está errado. Para isso, os políticos precisam pôr a cabeça para fora da bolha e os eleitores precisam qualificar melhor o voto.
Laércio Alves Pugas (Itapecerica da Serra, SP)
Percebe-se que essa gente não quer trabalhar para o bem comum. Coloca seus interesses pessoais acima dos interesses públicos. E que seja fritado.
Neli Faria (São Paulo, SP)
Nunca vi tanta gente comparecendo a um aniversário e com tantas críticas ao aniversariante. Que coisa! Pode ter briga, mas é muita audiência. Se fosse tudo que acusam não apareceria ninguém. E a campanha das Diretas Já, a união com os outros jornais de peso para divulgar dados da Covid que o governo do golpista parou de apresentar para enganar que morria menos gente? Outros jornais também tiveram peso neste caso. Foi muito importante. Se todos fossem de direita, o consórcio não existiria.
Leonilda Pereira Simões (São Paulo, SP)
Na oportunidade de cumprimentar a Folha pelos seus 105 anos (com quase 2/3 deles tendo-me como privilegiado leitor), estendo essa saudação a todos os colegas que atuaram e continuam atuando para termos não apenas informação de qualidade, como confiança de que os nossos objetivos e propósitos para o Brasil se encontram. Esses, claramente expostos em seu editorial, são os fundamentos desta relação de confiança que se estabelece entre o jornal e seus leitores.
Emmanuel Publio Dias, professor decano da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) (São Paulo, SP)
Fonte: Folha de S.Paulo