Com visão sistêmica, Natura é a empresa mais inovadora do país
Para a Natura, as melhores inovações vão além da cadeia produtiva, adotam visão sistêmica, reforçam parcerias e geram benefícios socioambientais
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As incorporadoras estão se movimentando para participar do primeiro leilão de Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs) da região da avenida Brigadeiro Faria Lima, na capital paulista, desde 2021. Há pelo menos 20 grupos interessados em participar do certame que ocorre nesta terça-feira, apurou o Pipeline.
São principalmente companhias com projetos na região como a Construtora São José, a Lucio Incorporadora, JHSF, Partage – do empresário Ricardo Baptista, um dos sócios do grupo farmacêutico Aché -, além de Bolsa de Imóveis e Jacarandá Capital, desenvolvedora e gestora de investimentos imobiliários, segundo fontes com conhecimento do assunto.
A EMS foi a empresa mais inovadora no setor farmacêutico e de ciências da vida, segundo o anuário Valor Inovação Brasil 2025, realizado pelo Valor em parceria com a Strategy&, da PwC, responsável pelo desenvolvimento da metodologia e aplicação da pesquisa e elaboração do ranking.
A EMS tem um pipeline de pesquisas robusto em diferentes frentes de inovação. “Um dos destaques é o lançamento da semaglutida, previsto para 2026, após o término da patente no Brasil”, antecipa Moraes. “Na frente de biotecnologia, os projetos da Bionovis estão em andamento, assim como iniciativas de inovação radical lideradas pelas unidades internacionais da EMS, como a Brace Pharma e a Vero Biotech, nos Estados Unidos”, completa.
Na Eurofarma, que também está entre as cinco mais inovadoras do setor, os investimentos em P&D em 2024 passaram de R$ 755 milhões — 23% a mais que em 2023, chegando a 7% da receita líquida anual, o que ampliou o portfólio de produtos. Foram 118 lançamentos no Brasil e 298 nos demais mercados em que atua. Da estrutura de inovação fazem parte o Eurolab, parque de inovação farmacêutica com 21 mil metros quadrados, na unidade da Eurofarma em Itapevi (SP), e mais de 750 cientistas, o que permite à empresa manter 400 projetos ativos em seu pipeline de pesquisas, com foco em áreas como antibióticos, obesidade, sistema nervoso central, oncologia e doenças negligenciadas. O objetivo é ambicioso. “A inovação radical própria é algo sem precedentes na indústria farmacêutica de capital regional”, diz João Siffert, vice-presidente de inovação e P&D da Eurofarma. “Temos dois projetos com possibilidades de entrar em estudos clínicos de fase 1 brevemente.” A aposta passa pelo mercado internacional. “A qualidade e o potencial de internacionalização estão garantidos com a certificação FDA da planta de Itapevi”, afirma Siffert.
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