Nova norma de saúde mental gera dúvidas
NR-1 entra em vigor em maio, e 34% dos RHs ainda não estão cientes das mudanças
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A Sanofi confirmou sua projeção para resultados do ano inteiro de 2025 após registrar altas nas vendas e no lucro do primeiro trimestre, que superaram as expectativas dos analistas.
A gigante farmacêutica suíça anunciou na quinta-feira que as vendas subiram 7,2%, para 15,44 bilhões de francos suíços (US$ 18,58 bilhões), no primeiro trimestre, ante 14,39 bilhões de francos no mesmo trimestre do ano anterior.
A Fujifilm Holdings anunciou na terça-feira que assinou um contrato no valor de mais de US$ 3 bilhões para fabricar medicamentos biológicos derivados de organismos vivos nos Estados Unidos para uma grande empresa farmacêutica americana.
O acordo de dez anos com a Regeneron Pharmaceuticals, listada na Nasdaq, ocorre em um momento em que as empresas farmacêuticas americanas estão dobrando a oferta doméstica em resposta às políticas de segurança econômica e tarifas aplicadas pelo presidente Donald Trump.
De acordo com a Precedence Research, o mercado de CDMO de produtos biológicos dos Estados Unidos deve atingir US$ 23,6 bilhões até 2034, mais que quadruplicando seu tamanho em 2024.
Segundo antecipado ao Valor, neste primeiro ciclo serão analisadas uma resolução do Banco Central, uma da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), uma da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), uma da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e três leis federais.
O Kisunla, fabricado pela farmacêutica Eli Lilly, é indicado para tratamento de comprometimento cognitivo leve ou demência leve associados à doença de Alzheimer sintomática inicial
A promessa ecoa uma iniciativa da rival suíça Novartis, que no início deste mês apresentou planos de investir US$ 23 bilhões nos EUA para garantir que seus principais medicamentos sejam fabricados no país
Versão mais barata de remédios representa cerca de 90% do mercado americano
Um agonista oral do receptor GLP-1 chamado orforglipron passou por um ensaio clínico em estágio avançado na quinta-feira
A chegada do ex-Opportunity Thiago Esteves ao time de “wealth management” e da ex-Falconi Viviane Martins, para a nova vertical de “trust”, é simbólica desta fase que olha para o futuro sem descuidar do legado.
Já na Wright Trust o plano é ser o conselheiro societário de poucos empresários. A vinda de Martins como sócia desta vertical foi a oportunidade de prestar esse tipo de serviço de forma mais estruturada. Ela foi-executiva-chefe (CEO) da Falconi Capital, private equity do grupo Falconi, onde passou 25 anos contando o tempo na consultoria.
Lindenbojm vinha assessorando alguns casos de clientes. Auxiliou, por exemplo, a dar um destino para alguns ativos de herdeiros de um empresário que atuava em vários setores e que não pretendiam tocar determinados negócios. “Ajudamos a estabelecer a governança com vista à gestão e participamos ativamente das discussões e da supervisão dos processos de desmobilização junto ao conselho de acionistas”, afirma o executivo. Ele atua há 15 anos como conselheiro do grupo Aché.