Ozempic: quando vai cair a patente e quanto vai custar no Brasil?

Em 2026, a patente sobre a semaglutida chega ao fim, permitindo que laboratórios comercializem medicamentos genéricos ou similares. A indústria brasileira, assim como a de outros países onde a exclusividade também está perto de terminar, já se movimenta para introduzir versões mais baratas do remédio no mercado – que podem estar disponíveis já daqui a dois anos e, se seguir a tendência de outros remédios no Brasil, a preços de 15% a 60% inferiores.
Os laboratórios da China e da Índia, no entanto, já estão mais avançados no desenvolvimento e validação dessas moléculas em estudos. No início de abril, a chinesa Hangzhou Jiuyuan Gene Engineering submeteu às autoridades o primeiro pedido pedido de aprovação de um similar da semaglutida no país.

Já na Índia, empresas como Dr. Reddy’s, Cipla e Biocon também desenvolvem versões próprias da molécula. Em março, a Biocon recebeu o sinal verde no Reino Unido para seu genérico da liraglutida,uma substância semelhante à do Ozempic, porém mais antiga e menos eficaz. Há algumas semanas, a empresa anunciou um acordo com a brasileira Biomm para, a partir de 2026, comercializar sua versão similar da semalgutida no país.

Tarcísio deixa de renovar um terço dos benefícios fiscais de São Paulo em 2024

Entre os que tiveram benefícios prorrogados estão o de medicamentos para tratamento de Aids e de Atrofia Muscular Espinhal, além da aquisição de bens e equipamentos destinados às linhas 2 – Verde, 6 – Laranja e 18 – Bronze do Metrô, bem como à Linha 13 – Jade da CPTM. “Também foram mantidos outros itens básicos, como arroz, feijão, farinha de mandioca, frutas frescas, produtos hortifrutigranjeiros, café, açúcar, manteiga, pães, bolachas, massas e medicamentos de baixo custo”, disse a gestão.

No setor de bares e restaurantes, que travou um embate com o governo paulista diante da possibilidade de a cobrança do ICMS ser triplicada, a alíquota ficou em 4%.