Inteligência artificial no B20: ampliando a discussão
Inclusão digital e cibersegurança são dois elementos estruturantes fundamentais para qualquer tecnologia, inclusive a IA
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Estudos recentes revelam aumento nas notificações de eventos adversos e a necessidade de maior investimento em monitoramento contínuo de medicamentos no país
Setor farmacêutico voltou a se aquecer e são esperadas uma onda de fusões e aquisições
Aumento das vendas de medicamentos impulsiona lançamentos, pesquisas e aportes das empresas
Mercado voltou a elevar a mediana das projeções para o crescimento do PIB, de 2,43% para 2,46%
Carteira tem ações de companhias em desenvolvimento com alta probabilidade de sucesso em testes clínicos
No painel “Mulheres Empreendedoras: O protagonismo feminino no mercado de beleza e nos negócios”, da Expert XP 2024, ficaram claras as similaridades entre as trajetórias de Mari Saad, fundadora da Mascavo, e Patricia Lima, CEO e fundadora da Simple Organic, hoje parte da Hypera Pharma (HYPE3). A começar pelo fato das duas serem mulheres no universo do empreendedorismo, onde a maioria dos investimentos ainda é mais direcionado para os homens.
“Não gosto de assumir o papel de guerreira, porque não queremos estar em um lugar de sofrimento. Mas é uma luta muito grande quando a gente vê que 97% dos investimentos ainda vão para os homens fundadores de empresas”, afirma Patricia. Ela conta que já tinha praticamente fechado a venda de uma participação da empresa para um fundo de investimento ao ser abordada por Vivian Angiolucci, executiva da Hypera.
Depois de faturar R$ 3 bilhões em 2023, o que Cimed ambiciona? “Faturar R$ 4 bilhões neste ano e R$ 5 bilhões em 2025”, responde o CEO da farmacêutica, João Adibe Marques, sem pestanejar. Parte considerável do sucesso da empresa, a quarta maior do setor no Brasil, está associado a algo que ele faz, diariamente, com o próprio smartphone: alimentar sua conta pessoal no Instagram, onde é seguido por 3,6 milhões de pessoas — no TikTok já são mais de 480 mil seguidores.
Nas redes sociais, ele não se nega a exibir parte de sua rotina luxuosa, mas o que faz com mais frequência é promover a farmacêutica, fundada pelo pai dele, João de Castro Marques (1948-2022), em 1977. “Não me limito a mostrar o que tenho”, diz ele. “Mostro o que faço para ter o que tenho, o que é muito diferente”. Diz que não se restringe a postar só sobre a rotina profissional e a Cimed por questões estratégicas. “Se fizesse só isso, eu ia ter bem menos seguidores”, acredita.
É a mesma estratégia adotada pela vice-presidente da Cimed, Karla Marques Felmanas. Irmã dele, ela tem 1,3 milhão de seguidores no Instagram e mais de 840 mil no TikTok. Outro que segue a mesma cartilha é Adibe Marques, um dos cinco filhos do CEO. Apontado como sucessor do pai, o rapaz de 26 anos é responsável por mais de 1.500 vendedores da farmacêutica. No Instagram, ele tem 395 mil seguidores; na rede social chinesa, 53 mil.
A Neo Química Arena, estádio do Corinthians, teve seu nome comercial excluído de todas as divulgações oficiais da NFL para o primeiro jogo da liga no Brasil, entre Philadelphia Eagles e Green Bay Packers, marcado para o dia 6 de setembro. Nos materiais de comunicação da NFL, o estádio é referido como “Arena Corinthians”, nome utilizado até 2020, antes da venda dos naming rights para a Hypera Pharma.
A NFL oferece às empresas que detêm naming rights de estádios a oportunidade de manter o uso de seus nomes comerciais em eventos internacionais mediante o pagamento de uma taxa adicional. No entanto, a Hypera Pharma, dona dos direitos de nomeação da Neo Química Arena, optou por não pagar essa taxa, justificando que sua atuação é local e que a visibilidade internacional proporcionada pela NFL não resultaria em retorno financeiro que compensasse o investimento.
A ausência do nome “Neo Química Arena” nas comunicações oficiais da NFL gerou desconforto, especialmente dentro do Corinthians, que procurou a liga para entender a exclusão da marca. Segundo fontes ligadas ao clube, a decisão gerou questionamentos sobre a estratégia de marketing e a gestão da marca em eventos de grande porte.
Aché Laboratórios Farmacêuticos está utilizando a nuvem para gerar inteligência de dados em suas operações. A empresa, que já era orientada a dados, percebeu a necessidade de agilizar o processamento do volume de dados do negócio. Com uma base de mais de 20 milhões de pacientes cadastrados e cerca de 2 milhões de transações de vendas por mês, a agilidade na análise das informações representa geração de oportunidades de negócios. Os ganhos representam uma redução de dois dias para menos de uma hora na análise de informações em seus bancos de dados.