A situação atual do capital de risco no Brasil, segundo a head de CVC da Eurofarma e um sócio da Astella

Hoje, praticamente um terço dos produtos desenvolvidos pela Eurofarma, que teve uma receita líquida consolidada de R$ 4,3 bilhões no primeiro semestre de 2023, vêm da inovação aberta. Do CVC da companhia, saíram iniciativas como a criação de um aplicativo para ajudar pacientes com Parkinson e um banco de dados com informações de fenótipos da população brasileira. O primeiro fundo, de R$ 45 milhões, lançado em 2019, investiu em dez companhias. Criado no ano passado, o segundo fundo, Eurofarma Ventures, dispunha de R$ 500 milhões para investir em biotechs. Para o próximo ano, preparam um terceiro fundo, que terá como foco empresas disruptivas do setor.

Com R$ 1 bilhão de ativos sob gestão, a pioneira Astella, fundada em 2008, foca em investimentos em estágios iniciais, liderando rodadas de pré-seed, seed e Série A. Seu portfólio é composto principalmente de startups de SaaS, mas também há espaço para e-commerce, marketplaces, empresas impulsionadas por IA e análise de dados. Um de seus investimentos mais recentes foi na Gabriel, startup com proposta inovadora para melhorar a segurança pública, operando um parque privado de câmeras voltadas para a rua – seu sistema já opera em bairros do Rio de Janeiro e de São Paulo. Confira a seguir os principais trechos da conversa entre Erica Menezes e Daniel Chalfon.

Fim das bulas impressas pauta reunião da Anvisa

Uma reunião da diretoria da Anvisa, marcada para esta quarta-feira, 26/06, discutirá o fim das bulas impressas em algumas categorias de medicamentos. Os diretores da agência abordarão a substituição do modelo atual pelas bulas digitais em amostras grátis e fármacos distribuídos para hospitais, clínicas, ambulatórios e serviços domiciliares de saúde. As informações são do O Globo.

Nova RDC amplia lista de medicamentos isentos de prescrição

O crescente número de fármacos classificados como MIPs está associado a alterações dos critérios estipulados pela agência reguladora. Na nova resolução, sete parâmetros serão analisados pela Anvisa para a categorização. Serão levados em conta tempo de comercialização, segurança, identificação de sintomas, duração de uso, facilidade de manuseio pelo paciente, baixo risco potencial e ausência de potencial de dependência.

Pesquisa inédita avalia alta de preços de medicamentos

Entre os meses de maio e junho, o Brasil registrou um aumento de 0,50% nos preços de medicamentos. Mas o Rio Grande do Sul, vítima de severas enchentes no período, destoou da média e teve elevação de 1,38%. É o que apontou uma pesquisa inédita da Proffer, startup especializada em precificação para o varejo farmacêutico e integrante do ecossistema da Farma Ventures.