Estão faltando bebês no mundo?

Menos bebês do que o previsto. Pela 1ª vez na história, as taxas de fertilidade globais atingiram o limite da taxa de reposição global, que é de 2,1 filhos por mulher.

Quando essa proporção cai abaixo de 2, a população mundial deixa de ficar estável e passa a diminuir. Isso é o que deve acontecer com 97% dos países do mundo até 2100.
???? Olhando para o futuro: Até 2050, 1 em cada 6 pessoas vai ter mais de 65 anos no mundo — em 2019, era 1 em 11. No Brasil, devemos ter mais gente se aposentando do que entrando no mercado até 2035.

Brasileira que planeja vender similar do Ozempic tem prejuízo de R$ 17 milhões

A fabricante de medicamentos brasileira Biomm (BIOM3), que quer começar a distribuir no Brasil o similar do Ozempic, registrou um prejuízo de R$ 17,082 milhões no primeiro trimestre de 2024, pouco abaixo do resultado do mesmo período do ano anterior (prejuízo de R$ 17,932 milhões).

Já a receita líquida da empresa atingiu R$ 38,6 milhões no primeiro trimestre, crescimento de 12,5% na comparação com igual período de 2023. De acordo com a Biomm, esse aumento está diretamente relacionado ao maior volume de vendas no período.

A farmacêutica Biomm comercializa dois tipos de insulina vindos da China e da Índia, um anticoagulante importado da Itália e um medicamento para câncer de mama produzido na Coreia do Sul. Além disso, a companhia espera a aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para a comercialização de outros quatro, entre eles o similar do Ozempic, que tem a semaglutida como princípio ativo e será produzido na Índia.

Buscopan se une a Rafael Portugal em nova campanha

Idealizada pela Cafehyna, área responsável pelas campanhas e ativações de marca da Hypera Pharma, a campanha tinha como principal motivação encontrar uma pessoa que já tivesse conexão com o público brasileiro. “Buscopan é uma das maiores marcas da Hypera Pharma e do mercado de analgésicos, e o Rafael Portugal é um dos grandes nomes do humor nacional da atualidade. Dois nomes únicos e insubstituíveis. Estamos superfelizes com o resultado dos filmes e dos conteúdos digitais, e com a escolha do Rafa, que abraçou o projeto e a campanha com muita personalidade”, diz Carla Dias Araujo, diretora de consumer marketing e comunicação integrada da Hypera.

Artrose pode afetar quase 1 bilhão de pessoas até 2050

A osteoartrose é uma doença degenerativa que se caracteriza pelo desgaste das cartilagens que revestem as extremidades dos ossos nas articulações. Essa condição, que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, é como um intruso silencioso que chega sem alarde e, aos poucos, mina a cartilagem causando dor, rigidez e limitações de movimento.

Uma pesquisa recente realizada pelo Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) dos Estados Unidos, projetou informações preocupantes: quase 1 bilhão de pessoas serão afetadas pela doença até 2050. Ainda segundo o estudo, em 1990 a artrose afetava 256 milhões de pessoas em todo o mundo. Já em 2020, esse número era de 595 milhões.

Atualmente, as opções para lidar com a osteoartrite incluem exercícios, fisioterapia, uso de bengalas ou talas, adaptações na casa, analgésicos e cirurgia (incluindo substituição da articulação). No entanto, essas são medidas paliativas, pois essa condição não tem cura – existem ações preventivas e atividades, contudo, que podem ajudar a minimizar os riscos e promover o bem-estar.

Mortes ligadas à hipertensão têm salto de 47% em 3 anos

No período de três anos, as mortes associadas à hipertensão arterial tiveram um salto de 47,67% no país, saindo de 26.560 óbitos, em 2019, para 39.220, em 2022.

O período coincide com a pandemia de Covid, quando o atendimento de muitos doentes crônicos foi descontinuado e houve alta de fatores de risco como sedentarismo, obesidade e consumo de álcool.

Os dados são do Observatório da Atenção Primária à Saúde, da Umane, associação sem fins lucrativos na área de saúde pública com base no SIM (Sistema de Informação sobre Mortalidade). Os números de 2023 ainda não estão fechados.Enfermeira de programa que monitora hipertensos na atenção primária atende uma paciente, em São Paulo – Rafaela Araújo/Folhapress

Um outro estudo da Fiocruz vai na mesma direção. Mesmo com a exclusão de óbitos por Covid, a média de mortes associadas à hipertensão e à diabetes ficou acima das taxas globais, em um comparativo de dados de mortalidade entre os anos de 2015 a 2019 e 2020 a 2022.