BLAU3 | Comunicado ao Mercado – Assinatura de Acordo de Distribuição com Medytox

A BLAU FARMACÊUTICA S.A. (“Blau” ou “Companhia”), companhia aberta que atua no setor de biotecnologia, vem informar aos seus acionistas e ao mercado em geral a assinatura de um novo acordo comercial de toxina botulínica, no montante total de USD 73.000.000,00 (setenta e três milhões de dólares), com a companhia sul-coreana Medytox Inc (“Acordo Comercial” e “Medytox”, respectivamente). O Acordo Comercial compõe a representação e distribuição exclusiva, pela Companhia, do produto denominado ‘Botulift’ – toxina botulínica produzida pela Medytox no território brasileiro, com a possibilidade contratual de, futuramente, expandir a distribuição para outros produtos e/ou outros países latino-americanos.

O Acordo Comercial foi assinado no contexto da aquisição, pela Companhia, do Laboratório Químico e Farmacêutico Bergamo Ltda. (“Bergamo”), que detém os direitos de distribuição dos produtos Medytox no Brasil. Com a aquisição do Bergamo e assinatura do Acordo Comercial, a Companhia, por meio de seu comitê estratégico, decidiu concentrar seus negócios de toxina botulínica com a Medytox e que irá contratar assessoria especializada para, em conjunto com o outro fornecedor parceiro da Companhia, buscar alternativas estratégicas para a marca de toxina botulínica denominada ‘Botulim’.

A Blau esclarece também ao mercado que as vendas do produto Botulim seguirão o curso normal dos negócios ao longo de 2024 através de sua unidade Blau Aesthetics, bem como do produto Botulift através de seu distribuidor Dermadream.

Bionovis completa 12 anos: pioneirismo e inovação na produção de biofármacos no Brasil

Hoje (22/3), a Bionovis, uma joint venture de biotecnologia farmacêutica 100% brasileira, formada pelas empresa farmacêuticas Aché, EMS, Hypera Pharma e União Química, completa 12 anos de operação pioneira e inovadora na produção de medicamentos biológicos de alta complexidade no Brasil. Desde sua fundação, a empresa tem desempenhado um papel crucial no acesso a medicamentos biológicos de alta complexidade para pacientes em todo o país.

A Bionovis já impactou positivamente a vida de mais de 1 milhão de pacientes, disponibilizando mais de 9.5 milhões de frascos e seringas de biofármacos.

A iniciativa opera por meio de uma fábrica localizada em Valinhos, que atende aos mais altos padrões mundiais e requisitos exigidos pelas autoridades regulatórias, incluindo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos e a European Medicines Agency (EMA) da Europa. Mais de R$ 420 milhões foram investidos em infraestrutura fabril, recursos humanos altamente qualificados e aquisição de tecnologia de ponta, garantindo a excelência em todas as etapas do processo de produção.

A empresa mantém parcerias estratégicas com líderes mundiais do setor farmacêutico e laboratórios públicos nacionais, recebendo tecnologia completa para a produção de biofármacos inovadores, biossimilares e biobetters. Atualmente, a Bionovis fornece medicamentos biofármacos para o Ministério da Saúde, contribuindo para a melhoria do acesso a tratamentos de ponta no sistema de saúde brasileiro.

Entre os medicamentos oferecidos pela Bionovis estão o Trastuzumabe e Rituximabe para a área de oncologia, além dos imunológicos Adalimumabe, Infliximabe, Golimumabe e Betainterferona 1A, bem como medicamentos de produção própria, e também a proteína de fusão Etanercepte.

Caladryl leva modelos com ‘insolação’ para as ruas de SP

A marca Caladryl, da farmacêutica EMS, resolveu aproveitar a onda de calor para ir às ruas da cidade de São Paulo e do litoral sul em uma ação inusitada de marketing.

A campanha, criada pela agência We, usa modelos queimados de sol, com muita vermelhidão na pele. A frase “Pele ardendo? Caladryl”, e o desenho da embalagem do produto aparecem como marca branca nos corpos dos atores.

A ação aconteceu nesta quinta (21/3) no Parque Villa-Lobos e Avenida Paulista, na capital, e na cidade da Praia Grande. A ideia da We se baseou no conceito de MUB (Mobiliário Urbano), batizada de “Mubody” pela agência para esta ação.

A campanha foi criada para divulgar a marca depois de duas semanas de intenso calor, em que muitas pessoas foram a praias e parques abertos e ficaram expostas ao sol.

Caladryl é um creme presente no mercado brasileiro desde 1967, e que proporciona alívio dos sintomas de queimaduras ou irritações na pele após períodos de longa exposição ao sol.

Cimed vai investir R$ 150 milhões neste ano

A farmacêutica Cimed renovou um contrato de patrocínio das seleções brasileiras de futebol masculino e feminino no valor de R$ 100 milhões, até 2027. Neste ano de 2024, a empresa investirá um total de R$ 150 milhões em marketing, uma soma 50% superior aos R$ 100 milhões investidos em 2023.

“Esse próximo ciclo de patrocínio pega a Copa do Mundo de futebol de 2026, o que nos chamou a atenção para fecharmos a renovação rapidamente”, disse João Adibe Marques, presidente da Cimed, ao Valor. A Copa de 2026 será a primeira edição do mundial de futebol realizada em três países: Canadá, Estados Unidos e México.

O executivo assinou o contrato na sexta-feira com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), em Londres. A renovação da equipe da seleção de futebol masculino, agora sob o comando do técnico Dorival Júnior, também motivou a renovação do contrato. “Decidimos renovar essa parceria porque vemos esse novo ciclo do time, com otimismo, com a chegada do técnico Dorival Júnior”, disse Marques.

A farmacêutica patrocina as seleções de futebol desde 2015. Em 2022, a Cimed também fechou o patrocínio das seleções feminina e masculina do mineiro Cruzeiro Esporte Clube. O valor do contrato válido até 2026 não foi revelado.

Falta de remédio para hanseníase eleva críticas a Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde vem enfrentando um cenário de escassez de medicamentos para hanseníase. Como resultado, pacientes de todo o país com a doença não conseguem iniciar ou acabam interrompendo o tratamento em todo o país.

Segundo documento do ministério, os medicamentos usados no tratamento de primeira linha da hanseníase (poliquimioterapia e clofazimina) são doados pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e ainda não foram recebidos.

O ministério afirmou em nota à reportagem que a OMS afirmou que houve atraso por problemas de produção e pelos problemas logísticos no transporte marítimo na região do Oriente Médio. A previsão é receber os produtos ainda em março.

No entanto, o Ministério da Saúde reconhece no documento que, em relação à clofazimina, as quantidades recebidas no ano de 2023 já não eram adequadas para suprir a demanda da rede por causa do aumento do consumo.

Entidades apontam que a distribuição irregular dos medicamentos já é observada desde o início da pandemia da covid-19 e que a pasta não elaborou nenhum plano alternativo efetivo para lidar com o problema.

Em resposta à escassez, o ministério sugere no documento e em nota enviada à reportagem o uso de medicamento de segunda linha, conhecido como ROM (Rifampicina + Ofloxacino + Minociclina), em dose única mensal. Segundo a pasta, há respaldo científico para isso.

Mas especialistas apontam que os medicamentos de segunda linha oferecidos para suprir momentaneamente a situação não são eficazes para todos os tipos da doença. Além disso, afirmam que esses produtos também estão em falta em algumas regiões.

Fujitsu usa inteligência artificial para acelerar pesquisas de medicamentos

A Fujitsu associou-se ao instituto de investigação Riken, apoiado pelo governo, para desenvolver tecnologia de inteligência artificial generativa que prevê o estado da proteína alvo de um medicamento no corpo mais de dez vezes mais rápido que os métodos existentes.

Usando imagens de proteínas obtidas com microscopia crioeletrônica avançada, a Fujitsu e a Riken aplicaram inteligência artificial generativa para reproduzir as proteínas como estruturas tridimensionais em movimento.

Os testes começarão já no ano fiscal de 2024. A Fujitsu deve entrar em contato este mês com cerca de 90 membros do Life Intelligence Consortium, que inclui empresas farmacêuticas e universidades.

Os medicamentos são administrados com substâncias que se ligam a proteínas específicas que causam doenças e outras condições, ajudando a impedir que os vírus invadam as células ou ataquem o câncer.

A nova tecnologia abre caminho para acelerar o processo de estimativa da forma e dos movimentos da proteína alvo de um determinado medicamento. Em um experimento com proteína ribossômica, um processo que levava um dia inteiro para os especialistas foi reduzido para duas horas.

Os pesquisadores analisaram convencionalmente um grande número de imagens de microscópio eletrônico para prever a estrutura 3D de uma proteína. É difícil prever com precisão seus movimentos. Considerando o limite físico do que pode ser examinado de uma só vez, o trabalho leva até meses.

Os planos preveem o desenvolvimento de uma inteligência artificial que preveja os movimentos das proteínas no nível atômico, com base no material genético.

Novo Nordisk in €1bn deal for RNA-based heart disease therapies

Novo Nordisk has struck a €1bn deal for a German biotech developing ribonucleic acid-based therapies to treat heart disease, as the Danish group invests the windfall from its best-selling diabetes and weight loss drugs.

The acquisition of Cardior Pharmaceuticals will give Novo Nordisk a treatment for heart failure in mid-stage trials that targets the root causes of heart disease.

Novo Nordisk, the maker of blockbuster diabetes and weight loss drugs Ozempic and Wegovy, said the transaction was an “important step” in its strategy to “establish a presence in cardiovascular disease”.