Globo já arrecada R$ 3 bilhões em 2024; valor é maior que Record, SBT e Band juntas em um ano

A maior negociação feita pela Globo é para as marcas que desejam se atrelar às transmissões da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro. A Globo vendeu oito cotas de patrocínio pelo valor de R$ 260 milhões cada.

Compraram espaço as marcas Natura, Dorflex, Amazon, Ambev, Betnacional, Itaú, Natura, Fiat e Vivo. Com isso, a Globo garante, só no futebol, R$ 2,080 bilhões.
No BBB 24, foram 20 patrocinadores acertados dois meses antes da estreia, sem a possibilidade para novas marcas futuras. A Cota Big, principal categoria de patrocínio, tinha valor de R$ 114, 407 milhões, com exposição de marca na TV aberta, TV paga e canais digitais.

Já a cota Camarote, que oferece exposição das marcas ao longo da atração, com a possibilidade de exposição em provas e outras dinâmicas na casa, teve preço de R$ 87,423 milhões.

A cota Brother, no valor de R$ 20,608 milhões, garante a inserção da marca em três dinâmicas: uma prova bate-e-volta, uma festa e uma Prova do Anjo.

Ademicon, Amstel, Chevrolet, Downy, Esportes da Sorte, Hypera Pharma, McDonald’s, Mercado Livre, Pantene, Rexona, Seara e Stone estiveram no BBB 23, e renovaram o contrato para aparecer no programa.

20 indústrias dominam 60% das vendas em farmácias

Muitos ovos, mas poucas cestas nas vendas em farmácias. Apenas 20 indústrias farmacêuticas, de um total de 490 em atuação no país, detêm praticamente 60% do valor total comercializado nos PDVs. O índice demonstra a força dessas empresas, mas ao mesmo tempo expõe riscos com o resultado do varejo dependente de poucos grupos.

Juntas, as 20 companhias movimentaram R$ 79,86 bilhões nos últimos 12 meses até novembro de 2023, o equivalente a 59% do montante geral de R$ 135,65 bilhões no período. A concentração de mercado é a mesma do ano anterior e essas indústrias avançaram 11,2% em relação ao intervalo de dezembro de 2021 a novembro de 2022.

Conheça os medicamentos com maior faturamento na farmácia

O Ozempic, da Novo Nordisk, ocupa a liderança folgada quando o assunto são os medicamentos com maior faturamento nas farmácias.

O remédio voltado para o combate ao diabetes, mas que virou também febre para quem busca emagrecer, movimentou mais de R$ 3 bilhões nos últimos 12 meses até novembro do ano passado.

O total é quatro vezes maior do que o segundo colocado, o Forxiga, da AstraZeneca, que mobilizou R$ 761,7 milhões no mesmo período. Daí por diante, o ranking se mostra muito mais parelho.

Farmacêuticas indianas defendem aprovação paralela de medicamentos

Para acelerar o lançamento de novos medicamentos, as farmacêuticas indianas estão pressionando o órgão regulador do país para que seja permitida a aprovação paralela de medicamentos em sincronia com os mercados globais. As informações são do Business Standard.

A Organização de Produtores Farmacêuticos da Índia (OPPI), que representa as principais empresas farmacêuticas multinacionais, argumenta que o lançamento de um novo medicamento no país leva até quatro anos a mais do que em mercados como os Estados Unidos e a União Europeia. Isto tem um impacto na introdução de produtos inovadores e significativos no mercado local.

O lobby, que representa gigantes da indústria farmacêutica como Novartis, Roche, AstraZeneca, Sanofi e Merck, atribui o atraso à regulamentações rígidas de ensaios clínicos.

“A OPPI prevê uma abordagem transformadora para os processos de aprovação de medicamentos, defendendo regulamentações que permitam o arquivamento paralelo de pedidos de aprovação de comercialização em sincronia com os principais mercados globais”, afirma a entidade em nota.

FDA investiga possíveis efeitos colaterais do Ozempic

A Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador de medicamentos nos Estados Unidos, abriu uma investigação relacionada ao Ozempic, Wegovy, Mounjaro e Zepbound O objetivo é verificar a relação de três possíveis problemas de saúde ou efeitos colaterais, incluindo perda de cabelo e pensamentos suicidas. Os medicamentos, da Novo Nordisk e da Eli Lilly, são indicados para o tratamento do diabetes e para perda de peso. As informações são da CBS News.

A investigação sobre estas questões foi divulgada nesta terça-feira, dia 2, num relatório trimestral da FDA, que revelou que a agência está analisando relatos de alopecia, uma doença de perda de cabelo; aspiração, uma complicação durante a cirurgia quando as pessoas inalam alimentos ou outros objetos nas vias respiratórias; e ideação suicida em pessoas que usaram os medicamentos.