Crise imobiliária na China não será novo ‘Lehman Brothers’, diz Stuhlberger
Para uma quebra aos moldes da que ocorreu em 2008, os chineses teriam que parar de pagar as prestações, o que o CEO da Verde Asset Management acha difícil de acontecer
Para uma quebra aos moldes da que ocorreu em 2008, os chineses teriam que parar de pagar as prestações, o que o CEO da Verde Asset Management acha difícil de acontecer
Para gestor, problema fiscal do Brasil é uma conta que deve ser empurrada para 2026
Já na indústria farmacêutica, a expectativa do Citi é de um volume de vendas no varejo um pouco maior, mas com reajuste próximo da inflação. “As vendas de produtos farmacêuticos podem naturalmente perder algum fôlego em 2024 devido a preços mais fracos, o que pode impactar negativamente as tendências de receita de farmacêuticas como Hypera e Blau, além de Viveo e RaiaDrogasil ”, informa trecho do relatório do Citi.
A dieta tem sido vista há muito tempo como o caminho para corpos mais magros e com mais saúde. A indústria de perda de peso dos Estados Unidos, avaliada em US$ 75 bilhões, pode ter feito você pensar que, se seguir a dieta certa, também pode perder peso e mantê-lo.
O surgimento de novos medicamentos para perda de peso como Wegovy e Zepbound destacam o quão ineficaz tem sido a dieta para milhões de pessoas que a experimentaram. Em um ensaio clínico de 2021 com semaglutida (o ingrediente ativo em Wegovy), por exemplo, aqueles que tomaram o medicamento perderam cerca de 15% do peso corporal em pouco mais de um ano, enquanto aqueles que dependiam apenas de dieta e exercício perderam só 2%, aproximadamente.
As doenças relacionadas com o estilo de vida e que se acumulam com a idade, como as doenças cardiovasculares, a obesidade, a demência e a doença renal crônica, são causadas pelo “desgaste”.
Isso resulta em inflamação, alteração na composição da microbiota intestinal e aumento do estresse oxidativo.
O estresse oxidativo ocorre quando há muitos radicais livres (átomos instáveis que danificam as células) em seu corpo.
Uma nova ciência baseada em relógios epigenéticos e em lições aprendidas com animais em hibernação poderia nos ajudar a tratar pacientes que sofrem de doenças causadas por “desgaste”.
Poderíamos usar medicamentos que podem retardar o envelhecimento.
Por exemplo, a metformina é o principal medicamento de primeira linha para o tratamento do diabetes tipo 2.
Regula a inflamação, a sensibilidade à insulina e retarda os danos ao DNA causados pelo estresse oxidativo.
Há evidências crescentes de que pode ajudar a controlar outras doenças “debilitantes”, como doenças cardiovasculares, e o uso prolongado da droga pode estar associado a um menor declínio cognitivo.
Aprender mais sobre a hibernação pode beneficiar a medicina humana no tratamento de lesões cerebrais traumáticas, perda grave de sangue, preservação da massa muscular e óssea e fornecer melhor proteção durante o transplante de órgãos.
Um estudo de 2018 descobriu que imitar as condições de hibernação para armazenar enxertos renais de doadores falecidos parecia melhorar o nível de preservação.
A degeneração do músculo esquelético é frequentemente determinada por genes, mas esses genes parecem estar desativados nos ursos que hibernam.
Boom da tecnologia estimulou escritórios de advocacia, hospitais, seguradoras, agências governamentais e universidades a criar posto de comando para IA
Um artigo da Harvard Business Review no ano passado, coescrito por Bean, da NewVantage, postulou que os diretores de IA e de dados estavam preparados para fracassar porque os cargos eram “um ato de equilíbrio de alta pressão com uma tecnologia que oferece enormes riscos e oportunidades”.
Karin Kimbrough, economista-chefe do LinkedIn, disse que a IA também evoluiria de uma tecnologia nova para algo incorporado ao trabalho de todos. “A IA estará presente em muitas funções e estará tão arraigada que o cargo específico de IA começará a desaparecer”, disse ela.
Alguns diretores de IA disseram que seu trabalho tem poder de permanência. Patel, da Mayo Clinic, no Arizona, disse que uma grande parte de seu novo trabalho era se comunicar com outros médicos e órgãos reguladores, como a Food and Drug Administration, e identificar como a IA pode tornar o trabalho médico mais eficiente.
“O sistema de saúde moderno ainda tem muitas lacunas”, disse ele. “É nesse ponto que acho que podemos usar a inteligência artificial de forma inteligente para preencher essa lacuna ou, pelo menos, reduzi-la.”
O Tribunal de Contas da União (24) determinou nesta quarta-feira (24) a suspensão de uma licitação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) estimada em R$ 1,4 bilhão. A licitação foi aberta para prestação de serviços ao Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), unidade do órgão destinada à produção de vacinas e medicamentos.
De acordo com o processo, as supostas irregularidades que levaram à suspensão da contratação dizem respeito à vedação da concorrência de empresas reunidas em consórcio, apresentação de lote único de serviços, fato que restringiria a competitividade, entre outras questões legais.
A suspensão foi determinada a partir do relatório técnico do ministro Augusto Nardes. No entendimento do ministro, diante do valor da licitação, é necessária uma “demanda uma acurada” do tribunal no caso.
“Em resumo, da forma pela qual foi estruturada a licitação, haveria apenas dez dias corridos para todo o procedimento de análise de propostas e assinatura do contrato, o que me parece um prazo absolutamente inviável. E, repito, estamos tratando de uma licitação com valores aferidos em quase R$ 1,5 bilhão”, afirmou o ministro.
As empresas estão apostando em benefícios “home made” (feitos em casa, do inglês) para atrair novos talentos e reter funcionários. Nesse modelo, que recorre a vantagens de forte apelo e custo reduzido, varejistas podem dar descontos especiais na venda de produtos, conglomerados de educação distribuem bolsas de estudos e fabricantes de itens para pets mimam os empregados que têm animais em casa. Em alguns casos, as cestas de privilégios exclusivos podem ser usadas para compensar faixas salariais de entrada que ficam aquém do desejo dos profissionais.
“Hoje, as pessoas buscam mais do que um bom salário ao escolher um emprego”, explica Flávia Alencastro, diretora regional da consultoria de recrutamento executivo Robert Half. “Os benefícios corporativos desempenham um papel crucial nas tomadas de decisão de carreira.”
De acordo com pesquisa feita pela Robert Half em 2023, a maioria (97%) dos entrevistados afirma levar os auxílios corporativos em conta para aceitar uma proposta de trabalho. Nesse conjunto, mais da metade ou 51% dizem que, caso vantagens consideradas importantes não estejam incluídas no contrato, buscariam negociar um salário mais alto.
Após desaceleração verificada desde 2022, o varejo de bens duráveis, mais dependente do crédito, esboçou reação no fim do ano passado e dá sinais de que pode ter resultados melhores em 2024. Dados do Instituto Brasileiro de Economia (FGV Ibre) mostram que, em novembro, o chamado varejo-crédito, que inclui móveis, eletrodomésticos e veículos, subiu 3,3% em comparação a outubro. O varejo-renda, mais dependente do rendimento das famílias e que inclui alimentos, medicamentos e combustíveis, avançou 0,4% em igual período.
Os dois grupos se descolaram a partir de 2022, com o varejo ligado à renda com desempenho estável e acima do dependente do crédito, afirma Igor Cadilhac, do PicPay.
Diferentemente do setor privado, a expectativa para a área pública de saúde é mais otimista. Isso porque o orçamento para o Sistema Único de Saúde subiu 30%, para R$ 218,5 bilhões neste ano – a tabela SUS passa a ser atualizada anualmente, e o governo federal retomou o Programa do Complexo Industrial da Saúde, que prevê investimentos de R$ 42 bilhões até 2026 para a produção nacional de insumos médicos básicos.
“O programa já é uma prioridade do governo, tem orçamento. Falta a execução, mas este é um ano de eleição, o que pode ajudar os projetos a saírem do papel. O mar está propício”, disse Lígia Bahia, professora associada à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A advogada Camila Parise, sócia do Pinheiro Neto, também destacou a relevância da retomada do programa, criado em 2014, para impulsionar a indústria local. “Vai diminuir a vulnerabilidade do país que ficou tão evidente durante a pandemia e impactar a indústria de saúde”, disse.
O complexo econômico industrial de saúde, que faz parte do programa do governo federal para aumentar a produtividade da indústria brasileira, tem por meta ampliar a participação da produção no país para 70% das demandas nacionais em medicamentos, vacinas, equipamentos e dispositivos médicos.
Dos R$ 42 bilhões a serem investidos, R$ 23 bilhões são da iniciativa privada, R$ 9 bilhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), R$ 6 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e R$ 4 bilhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).