Primeiro massageador nasal do mundo promete aliviar a respiração e acabar com ‘vício’ em descongestionantes

Para os adeptos dos descongestionantes nasais, o NasoCalm promete ser uma revolução. O dispositivo é o primeiro massageador de estimulação elétrica muscular (EMS) do mundo, projetado especificamente para combater a congestão nasal.

Visualmente, o dispositivo parece uma máscara facial, mas dimensionada para o nariz, e promete limpar as vias respiratórias com apenas 15 minutos de uso por dia.

Segundo o DesignTaxi, o massageador funciona utilizando tecnologia EMS, que envia sinais elétricos através de eletrodos colocados na pele para atingir grupos musculares específicos – e muitas vezes de difícil acesso. Esses impulsos atingem os pontos centrais de acupressão destinados a melhorar a circulação no nariz e promover contrações musculares, proporcionando o alívio da congestão nasal.

De acordo com a startup proprietária do projeto, o NasoCalm foi desenvolvido para imitar a sensação de uma massagem feita com as mãos, apresentando seis pontos de contato. Os usuários também têm a opção de aprimorar sua experiência adicionando óleos de massagem de sua escolha, o que agrega “uma sensação de spa” à experiência, diz a empresa.

Novo Nordisk and Eli Lilly set to face new challenger in weight-loss race

Other drugmakers could still “win” the race in the rapidly growing obesity market dominated by Novo Nordisk and Eli Lilly, according to the chief executive of biotech company Zealand Pharma.

The claim by Adam Steensberg follows a 100 per cent surge in the company’s share price in the past year as investors bought the stock thanks to the potential of its anti-obesity drugs.

Zealand’s products in development will have to compete with the popular Wegovy and Zepbound drugs already on the market and made by Novo Nordisk and Eli Lilly respectively, which suppress appetite.

Terapias que regeneram pele ganham espaço

Conforme envelhecemos, nossas células passam por mudanças que prejudicam o seu funcionamento correto. Essas estruturas também podem ser danificadas por acidentes, o que exige bastante empenho na recuperação do indivíduo. Mas já existem alternativas para ajudar na plena recuperação desses tecidos – elas são a base da medicina regenerativa.

Essa área chamou muito a atenção na época em que o jogador Neymar sofreu uma fratura no quinto metatarso do pé direito, em 2018, então atacante no Paris Saint-Germain. Na ocasião, o problema foi tratado com a ajuda de elementos presentes no sangue do próprio atleta, principalmente o plasma – prática baseada na medicina regenerativa. A ideia era acelerar a cicatrização e a calcificação do osso.

Embora esse ramo da Medicina seja relativamente novo, seus preceitos já estão sendo aplicados em muitas áreas, como oftalmologia, cardiologia, ginecologia, reprodução humana, urologia e dermatologia.

“A medicina regenerativa utiliza métodos para que as células do próprio paciente sejam ativadas ou se multipliquem, fazendo com que o tecido chegue mais perto da sua atividade normal”, resume a dermatologista Mônica Aribi, que integra a Sociedade Brasileira de Dermatologia e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica e é membro internacional da European Academy of Dermatology and Venerology e da International Fellow da Academia Americana de Dermatologia.

Prati-Donaduzzi quer dobrar faturamento até 2027

A Prati-Donaduzzi tem a meta de investir R$ 100 milhões por ano para dobrar o faturamento até 2027, segundo informações da revista Forbes. A estratégia da farmacêutica cujo foco são os medicamentos genéricos é verticalização da distribuição, além do investimento na construção da marca, na diversificação e na expansão territorial.

“O mercado farmacêutico em geral vende por meio de distribuidoras regionais, mas nós temos uma estrutura exclusiva. Vendemos para as redes e podemos atender cada farmácia individualmente, por meio da nossa rede de distribuição”, explicou o CEO Eder Maffissoni à reportagem.

Isso garantiu a visibilidade da marca. “Quando começamos, éramos apenas um laboratório pequeno no Sul do Brasil, mas atualmente também somos conhecidos no Nordeste”, compartilha Maffissoni.

Não medicamentos sustentam alta do varejo farmacêutico

A compra de não medicamentos sustentou o avanço do varejo farmacêutico em 2023. Enquanto o mercado brasileiro cresceu 0,81% em venda de unidades, essa divisão saltou cinco vezes mais – 4,12%, chegando a 2,92 bilhões. Os dados são da Close-Up International e dizem respeito aos últimos 12 meses até novembro de 2023.

Nesse mesmo período, os medicamentos com prescrição (MPX) tiveram um avanço mais tímido (2,13%), enquanto os medicamentos isentos de prescrição (MIPs) despencaram, registrando um recuo de 7,73%.

Crescendo acima do mercado e das demais categorias, os não medicamentos chamaram a atenção de players da indústria farmacêutica e também do varejo, que vêm ganhando cada vez mais terreno.

Bons exemplos são o Grupo Cimed e a Eurofarma, que entraram no mercado de hiigiene e beleza recentemente.

A primeira registrou um avanço de 60,16% em suas vendas em comparação com o mesmo período de 2022 e já ocupa a décima colocação dentre as empresas que mais movimentaram receita nas farmácias, muito em parte por sucessos como o Carmed Fini. Já a segunda vem num avanço mais tímido, somando R$ 463,5 milhões em vendas no varejo.