Na Eurofarma, quase um terço dos novos produtos são resultados de inovação aberta
A aposta da companhia pela inovação está estampada nos números. Anualmente, a Eurofarma aporta R$ 600 milhões em pesquisa e desenvolvimento. E tem consciência que é fundamental ir além das fronteiras corporativas para ampliar os ganhos. Outros exemplos recentes de colaboração são uma parceria com a Ledcorp, que desenvolveu o banco de leite Lactare com IA para monitoramento dos processos de pasteurização, e com a Nexup Health, com quem a Eurofarma trabalhou para fazer um sistema de prescrição e prontuário para médicos no Uruguai.
As iniciativas devem se multiplicar, pois recentemente a companhia criou um fundo corporativo de venture capital para investir US$ 100 milhões em empresas inovadoras de biotecnologia, as startups conhecidas como biotechs. A ideia é achar parceiros para desenvolver soluções com ênfase em medicina de precisão, edição genética e inteligência artificial aplicada à descoberta de moléculas. Três empresas já estão trabalhando com a Eurofarma. Uma delas é a americana Abcuro, que desenvolve imunoterapias pioneiras para o tratamento de doenças autoimunes e câncer.

