EMS resolve gargalos em suprimentos, cresce e investe em responsabilidade social

Na esteira da performance do ano passado, a EMS projeta um 2023 ainda melhor. A expectativa é crescer de 18% a 20%, investindo muito nas áreas de inovação, fábricas e portfólio.

Soluções inovadoras tiveram um papel fundamental nesse desempenho. Entre 2011 e 2021, a companhia aportou R$ 1 bilhão em seu maior plano de expansão fabril e em inovação para justamente sustentar o novo momento da empresa.

Brasil precisa criar ambiente favorável à inovação na indústria farmacêutica, diz Carlos Sanchez

Para que o setor farmacêutico possa ampliar os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, o Brasil precisa criar um ambiente favorável à inovação, disse nesta quinta-feira (19) Carlos Sanchez, presidente do conselho de administração do Grupo NC, detentor de marcas como EMS, Legrand, Germed e Novamed. Ele participou de painel no Fórum RADAR, que a FIESC promove nesta quinta e sexta-feira, dias 19 e 20, em Florianópolis.

Em sua palestra, ele explicou que o Brasil precisa de uma mudança no ambiente regulatório do setor farmacêutico. “Inovação é risco. E você tem que tomar certos riscos. E a agência (Anvisa) tem que mudar. A nossa agência hoje é uma agência de risco sanitário e tem que ser como a FDA (a agência reguladora norte-americana) – uma agência de risco sanitário e inovação. E isso muda tudo”, afirmou.

Sanchez citou casos de como uma série de regras atrasam o desenvolvimento do setor e destacou que as entidades representam a indústria tentam há anos convencer o setor público a modernizar a regulação para a área, mas sem avanços relevantes.