Dia Mundial do Alzheimer: 3 boas notícias recentes

De acordo com a Associação Internacional da Doença de Alzheimer, uma pessoa desenvolve demência a cada três segundos. São mais de 55 milhões de indivíduos acometidos por essa condição, que afeta as memórias e o raciocínio.

No Brasil, o Ministério da Saúde estima que 1,2 milhão de pessoas vivem com alguma forma de demência —e 100 mil novos casos são diagnosticados a cada ano.

Blogueiras da beleza ajudam indústria a faturar R$ 50 bi

“As redes sociais equilibraram o jogo na indústria da beleza”, disse à Folha o presidente da Skala, Antônio Carlos Sousa. “Antigamente, era preciso investir muito nos meios de comunicação tradicionais para atingir os consumidores, algo que só as grandes marcas podiam bancar. Mas hoje fabricantes como a Skala, que aprenderam a navegar bem nas redes sociais e a entender o consumidor, conseguem atingir visibilidade e aumentar suas vendas.”

Não importa o tamanho da indústria: desde gigantes como Nivea e Natura, passando por médios fabricantes como Skala, até os pequenos, como a Darrow, de dermocosméticos: todas usam influenciadores para lançar e divulgar seus produtos nas redes sociais, em especial no Instagram e no Tiktok.

Tratamento de Alzheimer esbarra em falta de informação

Além dos problemas relacionados ao diagnóstico, a oferta de terapias hoje disponíveis pelo SUS se concentra em medicamentos voltados para o controle dos sintomas, mas que não atuam para conter a progressão da doença.

Recentemente, duas novas drogas aprovadas pela FDA, agência que regulamenta e fiscaliza alimentos e remédios nos EUA, trouxeram esperança para pacientes e familiares de pessoascom Alzheimer. As drogas lecanumab (comercializado pelo nome Leqembi, da Biogen) e donanemabe, da farmacêutica americana Eli Lilly, atuam reduzindo a progressão da doença, com esta última apresentando até 60% de redução do declínio cognitivo em pacientes com algum sintoma em comparação ao grupo controle.

Novo CEO da Mater Dei prevê volta de aquisições em 2024

Terceira geração, representada por quatro netos do fundador do grupo hospitalar, assume no primeiro semestre de 2024.
Para chegar a esses cargos, os quatro herdeiros tiveram que cumprir três exigências determinadas pelo avô. Todos teriam que ter formação superior, estudar fora do Brasil e trabalhar na concorrência em grupos de saúde de mesmo porte ou maior que a Mater Dei. Os quatro passaram pelo crivo do fundador. Zé Henrique ou simplesmente Zé, como é conhecido, é formado em administração de empresas pelo Ibmec, fez especialização em Harvard e na Columbia, ambas nos Estados Unidos. Durante a graduação, fez estágio na Dasa e Hospital Sírio-Libanês e após se formar trabalhou no Albert Einstein.

O que faz o presidente do conselho de administração – o ônus e o bônus

Primeiramente, o presidente do conselho de administração deve ser uma pessoa de extrema maturidade e equilíbrio em seus julgamentos e assim percebido tanto por seus companheiros de conselho como por todos os stakeholders da empresa (acionistas, empregados e comunidade).

Além de possuir excelente capacidade de comunicação em situações normais e de crise, ele combina aptidões como o autoconhecimento com visão estratégica, conhecimento e tolerância a adversidades.

Em segundo lugar, o presidente deve ancorar em profunda racionalidade suas decisões, o que deve ser percebido por seus companheiros de trabalho.

Em terceiro lugar, o presidente deve ser capaz de gerar uma empatia que deverá ir além da clareza na forma de se comunicar e na força da argumentação racional. Ele, autoridade maior da organização, deve trazer um “estoque de boa vontade”, uma espécie de “crédito” contra dificuldades que são inerentes a qualquer atividade empresarial. Elas sempre surgem para desafiar

Descontos oferecidos pelas farmácias em troca do CPF não são reais? Entenda a situação

Segundo uma reportagem do portal UOL, as farmácias utilizam a tabela de preços da Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos). O órgão é ligado à Anvisa e a sua intenção inicial era diminuir o valor dos medicamentos.

Porém, hoje em dia, a tabela da Cmed está acima do que é realmente a prática do mercado. A reportagem traz o exemplo da losartana, medicamento que custa R$ 93,47 na Cmed, mas órgãos públicos o compraram por apenas R$ 4, no ano de 2022.

Estomazil convida brasileiros a declararem seu amor pela comida

Estomazil lança a campanha “Declare o seu amor pela comida”. Seguindo o tradicional tom de voz da marca, humor e leveza, a campanha faz um paralelo entre duas histórias de amor: uma, pela comida favorita, a outra, pela pessoa amada.

A ação é a primeira criada pela VMLY&R Health para a marca. “Estamos contentes de expandir o nosso trabalho com um cliente como a Hypera, entregando um projeto para uma marca tão emblemática no portfólio da companhia”, complementa Fabio Imparato, diretor-geral do núcleo de saúde e pharma da VMLY&R.