Primeiramente, o presidente do conselho de administração deve ser uma pessoa de extrema maturidade e equilíbrio em seus julgamentos e assim percebido tanto por seus companheiros de conselho como por todos os stakeholders da empresa (acionistas, empregados e comunidade).
Além de possuir excelente capacidade de comunicação em situações normais e de crise, ele combina aptidões como o autoconhecimento com visão estratégica, conhecimento e tolerância a adversidades.
Em segundo lugar, o presidente deve ancorar em profunda racionalidade suas decisões, o que deve ser percebido por seus companheiros de trabalho.
Em terceiro lugar, o presidente deve ser capaz de gerar uma empatia que deverá ir além da clareza na forma de se comunicar e na força da argumentação racional. Ele, autoridade maior da organização, deve trazer um “estoque de boa vontade”, uma espécie de “crédito” contra dificuldades que são inerentes a qualquer atividade empresarial. Elas sempre surgem para desafiar