Cimed fecha com Netflix e tenta repetir sucesso do Carmed Fini

João Adibe Marques, presidente da Cimed, diz que a parceria com o streaming servirá de laboratório para a empresa, tanto para novas parcerias já em negociação, quanto para ganhar e melhorar o espaço do bem-estar sexual nas farmácias.

Nos planos da Cimed estão a divulgação dos novos produtos por meio das redes sociais e de influenciadores. João Adibe diz que a empresa também quer abrir uma conversa respeitosa sobre o assunto e tornar os sex toys mais acessíveis (eles serão vendidos por cerca de R$ 150).

Com Sex Education, Cimed ingressa na categoria de bem-estar sexual

Nesta quinta-feira, 21, a Netflix disponibiliza os seus assinantes a temporada final de Sex Education. Além de aguardada pelos fãs da história, a obra também marca o ingresso da Cimed na categoria de bem-estar sexual.
Por conta de uma parceria firmada com a plataforma de streaming, a marca de medicamentos e produtos de saúde desenvolveu uma linha de produtos licenciados que vão de lubrificantes a sex toys, passando por preservativos.

A nova linha K-Med Sex Education demandou um investimento de R$ 2 milhões por parte da marca e um longo tempo de trabalho, que envolveu diversas frentes de atuação e o objetivo de se posicionar em um território ainda inédito nas farmácias, de acordo com João Adibe Marques, presidente da Cimed.

Farmácias criam descontos falsos a partir de tabela acima do mercado, diz UOL, mas falta fiscalização dos órgãos sanitários e de defesa do consumidor

Na última semana, o UOL trouxe uma reportagem afirmando que as farmácias têm criado descontos falsos a partir de tabela acima do mercado. Usando a losartana como exemplo, a matéria diz que “em quatro das maiores redes do país, o preço cheio do genérico em agosto era idêntico: R$ 24,39” e que “todas ofereciam descontos, que variavam de 63% a 68%”, fazendo com que, com o desconto, passassem a custar “de R$ 7,81 a R$ 9,05”.

A reportagem do UOL apurou, ainda, que “as farmácias não estão dando esse desconto de verdade, porque os R$ 24,39 não são o preço real – que considera os custos de compra da indústria, a distribuição, a operação nas farmácias, os impostos e o lucro em toda a cadeia. Na verdade, uma simulação para atrair o cliente e, em alguns casos, forçar a entrega do CPF”, diz o texto.

Tuberculose terá novo tratamento no SUS

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, anuncia nesta sexta-feira (22) a incorporação da pretomanida à lista de remédios do SUS (Sistema Único de Saúde) no combate à tuberculose. O medicamento reduz o tempo de tratamento dos pacientes em 70%, podendo gerar uma economia de R$ 100 milhões aos cofres públicos nos próximos cinco anos.

Novos reforços para a Hilab

Movimentações em dose dupla na Hilab. O executivo Mauro Figueiredo é o novo membro do conselho consultivo da Hilab. Médico de formação, já foi presidente do Fleury, da OdontoPrev e da DaVita Serviços Médicos, além de integrar o conselho de grandes empresas como o Aché.

“A Hilab destaca-se pela sua capacidade na geração de inovações transformadoras para o setor, com a proposta de ampliar o acesso e melhorar a atenção à saúde de nossa população”, afirma.

Omeprazol tem venda de 64,9 milhões de unidades

Apenas no ano passado, 64,9 milhões de unidades de omeprazol foram dispensadas no Brasil, conforme apontam dados da Anvisa. O medicamento é um dos mais famosos no combate da acidez estomacal e está há mais de 30 anos no mercado. As informações são do CFF.

A grande procura pelo remédio não é novidade. Segundo pesquisa do Instituto Datafolha e encomendada pelo conselho, 77% dos brasileiros que faziam uso do omeprazol em 2019 ingeriam o medicamento por conta própria.

Por que plasil pode causar tremores involuntários

Uma coisa que pouca gente sabe é que, entre os efeitos colaterais mais frequentes no uso do plasil, estão as chamadas reações extrapiramidais. Em resumo, alguns indivíduos que tomam o fármaco desenvolvem tremores em braços e pernas, espasmos e aumento na contração ou na rigidez dos músculos.

Outros podem desenvolver a chamada acatisia, ou uma sensação de inquietude e irritabilidade que vem associada a movimentos involuntários do corpo.

Segundo a própria bula do medicamento, esses eventos adversos são considerados “comuns”, o que significa que eles acometem entre 1 e 10% dos pacientes que tomam plasil.

Ozempic não garante perda de peso para sempre

O corpo humano é projetado para resistir à perda de peso. Corpos menores geralmente precisam de menos energia, então o metabolismo reage ficando mais lento à medida que os quilos diminuem. Essas mudanças reduzem quantas calorias alguém queima por dia, pontua Scott Hagan, professor assistente de medicina da Universidade de Washington, que estudou a obesidade. Perder peso “diminui o termostato”. Essa é uma das razões pelas quais muitas pessoas recuperam parte do peso mesmo após a cirurgia bariátrica ou durante restrição calórica intensa.Veja o que diz a ciência sobre tratamentos para emagrecer

Medicamentos como Ozempic imitam um hormônio natural do corpo e retardam a sensação de esvaziamento do estômago para que os usuários se sintam mais saciados, de forma mais rápida e por mais tempo. Eles também atuam nas áreas do cérebro que regulam o apetite, reduzindo os desejos. Mas ainda há questões em aberto sobre como eles exatamente funcionam, e isso se estende ao motivo pelo qual algumas pessoas atingem um ponto fixo em um peso ou outro.

Outra complicação é que nem todos respondem a esses tipos de medicamentos da mesma maneira. Nos ensaios clínicos de semaglutida, composto presente no Ozempic e no Wegovy, as pessoas com diabetes tendem a perder menos peso e mais lentamente do que aqueles que não têm essa condição, diz Hagan. Uma pequena proporção daqueles que tomam esses medicamentos não perderá peso de forma alguma, acrescenta.