Cimed lança campanha com genéricos e renova apoio a pequenas farmácias
A terceira maior farmacêutica brasileira lançou uma nova campanha sobre genéricos, com descontos a partir de 50% para todos os medicamentos da categoria até terça-feira (26)
A terceira maior farmacêutica brasileira lançou uma nova campanha sobre genéricos, com descontos a partir de 50% para todos os medicamentos da categoria até terça-feira (26)
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os similares são identificados pela marca ou nome comercial, assim como os originais. Ao contrário dos genéricos, nem todo medicamento similar pode ser trocado pelo de referência.
O medicamento similar contém o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica, é administrado por igual via e tem a mesma posologia e indicação terapêutica do medicamento de referência. No entanto, só pode substituir o de referência após passar por testes laboratoriais que comprovem a equivalência. Os que já cumpriram esse processo são chamados de “similares intercambiáveis”.
Os medicamentos similares também precisam apresentar estudos que comprovem a segurança, eficácia e qualidade do produto, que é avaliado pela Anvisa. Todos os remédios intercambiáveis têm na bula a frase “medicamento similar equivalente ao medicamento de referência” e estão elencados em forma de lista no site da agência reguladora.
Os medicamentos de referência, os chamados originais, são os primeiros a serem lançados no mercado e carregam um determinado ingrediente farmacêutico ativo (IFA). Na embalagem, consta o princípio ativo e o nome fantasia criado pelo fabricante. Em geral, são mais caros. Os similares também têm nome fantasia. Já os genéricos são identificados apenas pelo nome do IFA.
Medicamento considerado mais potente que Ozempic no tratamento de diabetes tipo 2 teve comercialização no Brasil aprovada pela Anvisa.
O Mounjaro ainda precisa passar pelo processo de precificação da CMED — o que pode levar alguns meses.
Porém, nos Estados Unidos, onde é vendido também para tratar diabetes tipo 2, quatro doses da injeção (um mês de uso) podem custar mais de US$ 1 mil (aproximadamente R$ 5 mil) para clientes que não tenham plano de saúde.
Em dívida com o FMI e com as reservas em dólares no vermelho, a Argentina observa a sombra de um desabastecimento generalizado em produtos importados ou que dependem de peças de fora. Entidades empresariais e grupos de saúde vêm desde o começo do ano publicando notas de alerta, mas a recente desvalorização da moeda e com a entrada de dólares cada vez mais escassa, as ausências de produtos ficam mais evidente e o medo é de uma paralisação completa da produção industrial do país.
Em agosto, o governo, que tenta se manter no cargo pela candidatura de Sergio Massa à presidência, correu para negar que havia risco de desabastecimento de produtos médicos depois que associações de tratamento de diálise alertaram que não estavam conseguindo comprar insumos e poderiam suspender tratamentos. Mas os comunicados de alerta não para de chegar e vêm dos mais diversos setores.Importando menos, produtos de marcas estrangeiras vão desaparecendo das prateleiras na Argentina Foto: Luis Robayo/AFP
“As atuais restrições regulatórias e cambiais impedem o regular abastecimento do sistema de saúde, o que afetará a qualquer momento a realização de análises clínicas, obrigando à suspensão de intervenções como transplantes e cirurgias, colocando em risco de vida os pacientes do país”, afirmaram entidades que representam empresas e laboratórios médicos em um documento enviado em julho ao ministro da Economia e presidenciável, Sergio Massa.
“Com relação aos próximos passos, os membros do Comitê concordaram unanimemente com a expectativa de cortes de 0,50 ponto percentual nas próximas reuniões e avaliaram que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário”, disse o Copom, na ata divulgada nesta terça-feira, 26. “O Comitê julga como pouco provável uma intensificação adicional do ritmo de ajustes, já que isso exigiria surpresas positivas substanciais que elevassem ainda mais a confiança na dinâmica desinflacionária prospectiva”, disse o BC, repetindo o que já havia sido dito na ata de agosto.
Com a brasileira Keila Santos entre os fundadores, a companhia, baseada no Colorado, nos Estados Unidos, passou a exportar seus produtos para o Brasil, onde tem uma equipe formada por 12 mulheres. Sete delas são mães de crianças que já usaram esses produtos, como Liane. Elas recebem comissão e ajuda de custo.
“Fomos convidando as mães [para serem representantes], porque elas conhecem os produtos”, explica Daiane Zappe, gerente da marca.
“A gente dá oportunidade de essa mãe trabalhar em home office, conseguir estar com o filho e, ao mesmo tempo, ser produtiva.”
Ela explica que as representantes recebem pedidos de interessados, auxiliam com os requisitos da Anvisa para a solicitação de importação e viabilizam a compra do produto fabricado nos EUA.
No Brasil, há algumas associações de pacientes com autorização para plantio e produção, como a Santa Cannabis, em Santa Catarina, e a Abrace, na Paraíba.
Primeira clínica com tratamento baseado em Cannabis medicinal do Brasil, a carioca Gravital ingressa no mercado de franquias de salas.
O modelo é voltado para médicos de diferentes especialidades que buscam prescrever tratamentos com produtos derivados da planta que utilizam sobretudo o canabidiol (CBD).
Segundo a Abicann (Associação Brasileira das Indústrias de Cannabis), mais de 250 doenças podem ser tratadas com a planta. A maioria dos pacientes busca combater condições crônicas ou minimizar os efeitos colaterais de medicações.
Embora os usos medicinal e recreativo sejam os mais comuns, setores como a indústria têxtil, construção civil, alimentos e bebidas e até o agronegócio podem aproveitar as diversas partes da planta, afirma Larissa Uchida, CEO da ExpoCannabis Brasil.
A cirurgia bariátrica pode levar à perda de 20% a 40% do peso corporal e prevenir doenças crônicas, como câncer e diabetes. Mas será que as canetas emagrecedoras devem substituí-la? O questionamento ganha força com a chegada do Mounjaro, droga para diabetes tipo 2 que recebeu aprovação da Anvisa nesta segunda-feira (25) e é utilizada de modo off label para perda de peso.
Estudos de fase 3 realizados pela Eli Lilly, laboratório responsável pela fórmula, apontaram uma redução média de 26,6% do peso dos participantes durante um ano e sete meses. A marca é superior a de outros medicamentos já disponíveis no mercado. O Ozempic, que tem como princípio ativo a semaglutida e também foi autorizado pela agência para diabetes, causou redução de 15% do peso corporal em pacientes diabéticos após 16 meses. Pesquisas feitas com o Wegovy, aprovado para obesidade, mostraram uma perda de 17,4% em dois anos.
O CEO da Bayer, Bill Anderson, vê em cortes na gestão a possibilidade de uma alavancagem nos negócios da farmacêutica. Segundo a agência de notícias Reuters, há grandes mudanças à vista.
Seus planos iniciais serão apresentados em uma próxima reunião interna de estratégia. O primeiro passo seria, justamente, a redução no volume de cargos gerenciais;
Dois meses antes de o CEO assumir a liderança da companhia, ele deixou claro em seu perfil do LinkedIn que estaria pronto para medidas ousadas para ampliar a lucratividade e acelerar o crescimento. “Mal posso esperar para liberar todo o potencial da empresa”, afirmou.