Hypera Pharma é vice-líder no índice de diversidade da B3

O recente índice de diversidade da B3, o IDIVERSA, tem chamado atenção de empresas do canal farma. E a Hypera Pharma ocupa o segundo lugar no ranking. As informações são do Setor Saúde.

Dentre as empresas listadas na Bolsa de Valores, a farmacêutica é a segunda mais diversa. As ações de ESG da companhia que se destacam são o Comitê de Diversidade e o Programa de Diversidade e Inclusão, além de vagas afirmativas.

A Pague Menos foi outro player do canal a figurar no índice. Hoje, a varejista cearense tem 11.796 mulheres em seu quadro de colaboradores, composto por aproximadamente 25 mil profissionais. Além disso, mais da metade dos líderes da companhia, no caso 59%, são mulheres.

Anvisa proíbe melatonina para crianças e adolescentes

A justificativa da Anvisa para proibir a melatonina para crianças e adolescentes é que não há autorização para estes suplementos alimentares para os públicos citados e não existe comprovação da segurança de seu uso nessas faixas etárias.

O suplemento alimentar só é autorizado para adultos com mais de 19 anos e em concentração de 0,21 mg por dia.

Hypera Pharma (HYPE3) Passa a Integrar o Índice FTSE4Good Index Series

A Hypera Pharma (HYPE3) passou a integrar o FTSE4Good Index Series, um dos principais índices internacionais de sustentabilidade organizados pela Financial Times Stock Exchange (FTSE) Russell, divisão da Bolsa de Valores de Londres.

O índice é composto por companhias de capital aberto em todo o mundo e considera mais de 300 indicadores ESG -Environmental, Social and Governance (ou ASG – Ambiental, Social e Governança).

Segundo a companhia, ela ficou acima da média geral do setor e da indústria nos três pilares, alcançando a nota 3.2. Para fazer parte o índice, as empresas sediadas em mercados emergentes precisam obter de nota superior a 2.9.

Proteína pode ‘burlar’ ganho de peso causado por gorduras

Um estudo norte-americano revelou novos fatos sobre os processos de metabolismo da gordura pelo corpo, indicando uma nova estratégia de tratamento para doenças metabólicas como obesidade e diabetes. Os pesquisadores identificaram, a partir de testes em ratos, que um complexo de proteínas chamado AMPK é desativado quando o indivíduo recebe uma “supernutrição”, mas que é possível “burlar” esse sistema eliminando o seu inibidor do organismo.