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Gestora, que está completando 20 anos, planeja dobrar de tamanho e chegar a um milhão de cotistas em 5 anos
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A farmacêutica uruguaia Megalabs anuncia a aquisição do Complexo Senna Almeida Prado 46, marca de referência no mercado farmacêutico e que se destina ao tratamento da prisão de ventre. O produto fazia parte do portfólio do tradicional Laboratório Homeopático Almeida Prado. Os valores da transação não foram revelados.
Com a transação, a Megalabs projeta ocupar a 12ª posição em venda de unidade no ranking das farmacêuticas brasileiras, considerando as classes terapêuticas em que atua – incluindo antidiarreicos, emolientes e protetores dérmicos e descongestionantes.
A incorporação do medicamento possibilita que o laboratório incremente sua atuação no mercado de OTC e no campo terapêutico da gastroenterologia. A empresa, que tem Gianclaudio Broggi como CEO, aposta ainda no grande volume e no alto giro desse produto nas farmácias brasileiras.
O Complexo Almeida Prado registrou 2,6 milhões de unidades comercializadas nos últimos 12 meses e está presente em mais de 75 mil PDVs.
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A farmacêutica Leonora Coimbra (46 anos) é a nova presidente da ACESSA (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para o Autocuidado em Saúde), antiga ABIMIP. Com mais de 20 anos de experiência, a executiva atua desde 2018 como diretora de relações governamentais da Hypera Pharma.
É a primeira mulher a alçar esse posto na entidade. Ela já ocupava o cargo de vice-presidente da entidade e agora terá mandato até março de 2025, em substituição a Rodrigo Garcia, que optou por novos desafios profissionais na Suíça.
Formada em Farmácia e pós-graduada em Farmácia Industrial e Farmacologia Clínica, Leonora é natural de Minas Gerais e tem a profissão no DNA, seguindo os passos do pai. Ela também exerce funções estratégicas em outras entidades associativas, a exemplo da ABIAD – Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres, Alanac – Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais, Grupo FarmaBrasil, PróGenéricos e Sindifargo – Sindicato das Indústrias Farmacêuticas no Estado de Goiás.
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O ex-ministro da Saúde Nelson Teich comparou a liberação do uso da ozonioterapia ao de cloroquina contra a Covid-19. A lei que autoriza o uso da ozonioterapia no país como procedimento complementar foi sancionada pelo presidente Lula (PT), na última sexta-feira (4) e publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira (7).
A autorização causou repercussão negativa e levou a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a se pronunciar sobre o assunto.
A lei autoriza a aplicação da ozonioterapia “por meio de equipamento de produção de ozônio medicinal devidamente regularizado” pela agência.
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