Uma nova análise dos dados de um grande ensaio clínico com idosos saudáveis encontrou taxas mais altas de sangramento cerebral entre aqueles que tomaram aspirina em baixas doses diariamente, e nenhuma proteção significativa contra derrame.
A análise, publicada na quarta-feira (26) na revista médica Jama, é a mais recente evidência de que a aspirina tomada em baixa dose, que retarda a ação de coagulação das plaquetas, talvez não seja apropriada para pessoas que não têm histórico de problemas cardíacos ou sinais de alerta de derrame. Pessoas mais velhas propensas a quedas, que podem causar hemorragias cerebrais, devem ser especialmente cautelosas ao tomar aspirina, sugerem os resultados.
Os novos dados confirmam a recomendação da Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos, finalizada no ano passado, de que a aspirina em baixa dose não deve ser prescrita para prevenir um primeiro ataque cardíaco ou derrame em idosos saudáveis.