Para promover genéricos, Cimed aposta em “pague um, leve dois” no dia 20

Terceira maior farmacêutica do país em volume de vendas, a Cimed está investindo R$ 20 milhões em uma ampla campanha para promover os medicamentos genéricos, que no ano passado foram responsáveis por quase metade das vendas da empresa.

Com abrangência nacional, a campanha “Caixinha amarela – da nossa família para sua família” será lançada amanhã, no programa Domingão com Huck, pelo presidente e acionista da farmacêutica, João Adibe Marques.

“No Brasil, infelizmente, apenas 20% do consumo de medicamentos é de genéricos”, diz em nota o empresário. “Eu garanto que a caixinha amarela da Cimed traz a mesma qualidade que os remédios de marca disponíveis no mercado e com preços que cabem no bolso de todos os brasileiros”.

No dia 20, quando é celebrado o Dia do Genérico, a farmacêutica se propõe a dar uma caixa de medicamento genérico de seu portfólio para cada compra do mesmo produto, em estabelecimentos vinculados à Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), parceira da empresa na iniciativa.

Receita líquida da Biomm avança 34,8% no trimestre

Em comparação com o 1T22, a receita líquida da Biomm apresentou um avanço de 34,8%. No total, a biofarmacêutica acumulou R$ 34,4 milhões no período. O aumento das vendas nos segmentos de diabetes e oncologia foi o principal motor desse crescimento.

A demanda da rede pública foi determinante para o resultado, com destaque para o Herzuma, voltado ao tratamento do câncer de mama e com 52% de avanço no faturamento; e o Glarglin, para pacientes com diabetes e que teve alta de 437%

“No primeiro trimestre deste ano, o Herzuma atingiu 19,2% de market share, crescimento expressivo ao compararmos com o mesmo período de 2022, quando a participação de mercado era de 13%”, comenta o CEO da Biomm, Heraldo Marchezini.

Os números mostram um avanço ainda mais expressivo no market share do Glargin de 5,1% para 23,6%.

Vote agora na 2ª edição do Prêmio Euro Inovação na Saúde!

O Prêmio Euro Inovação na Saúde, patrocinado pela Eurofarma, chega à fase de votação online, em que você poderá escolher os 12 projetos que achar mais inovadores! Ao todo são 60 finalistas, que trouxeram grandes inovações dentro da área de saúde, incentivando o desenvolvimento de soluções para melhorar a qualidade de vida das pessoas.
“Esta é a fase mais aguardada do Prêmio, em que convidamos toda a comunidade médica a participar, votando nos projetos preferidos. Estamos muito felizes por já contar, na primeira participação dos países hispano-americanos, com 18 iniciativas altamente inovadoras. Nosso objetivo é expandir cada vez mais esse projeto, para que o incentivo científico chegue a mais médicos globalmente”, comenta Roberta Junqueira, diretora executiva Comercial da Eurofarma.

Pagamento a doador de plasma gera polêmica

Proposta de Emenda à Constituição (PEC) em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado prevê a coleta remunerada de plasma humano e sua comercialização, para “uso laboratorial, desenvolvimento de novas tecnologias, produção nacional e internacional de medicamentos hemoderivados e outros”. Na prática, a mudança criaria um mercado de sangue semelhante ao dos EUA, maior produtor de plasma, onde o “doador” é remunerado.

O texto, polêmico, já despertou reações contrárias do governo federal e de entidades médicas, mas conta com o apoio de laboratórios internacionais.

Hapvida vende empresa de serviços de emergência médica por R$ 150 mi

A Hapvida anunciou nesta segunda-feira que vendeu a São Francisco Resgate para a Elo Conservação e Manutenção de Infraestrutura por R$ 150 milhões.

A São Francisco Resgate é um dos maiores provedores de serviços de emergência médica do Brasil, operando uma frota com mais de 220 ambulâncias próprias.

Atualmente, a empresa possui 16 contratos de operação divididos entre concessões rodoviárias, o Aeroporto de Guarulhos e operações industriais, além de 200 bases operacionais em 165 cidades.

Segundo a Hapvida, a operação está inserida no contexto de otimização e fortalecimento da sua estrutura de capital, assim como maior foco nos principais negócios de atuação.

Confira as líderes em patentes na indústria farmacêutica

As patentes na indústria farmacêutica têm um forte sotaque suíço, com duas farmacêuticas do país respondendo por 1/3 das requisições. O primeiro lugar coube à Roche, com 524 patentes. Mais de 110 moléculas estão em desenvolvimento no pipeline, com foco em especialidades como oncologia, imunologia, doenças infecciosas e oftalmologia.

No ano passado, a farmacêutica suíça ganhou uma disputa judicial de US$ 775 milhões com a AstraZeneca envolvendo o Ultomiris, medicamento aplicado no tratamento de doenças raras que afetam a produção de hemoglobina.A segunda colocação do ranking é da Novartis, também com foco em medicamentos de prescrição para doenças de alta complexidade, mas com quase metade do volume da Roche. Entre os 289 fármacos estão o Cosentyx e o Kesimpta, para o tratamento da psoríase e da esclerose múltipla, respectivamente.

O terceiro posto é da Johnson & Johnson (288 patentes), por meio de sua divisão farmacêutica Janssen. A companhia vem ampliando seus esforços em terapias contra diferentes tipos de câncer, a exemplo do Teclistamab – para combate ao mieloma múltiplo.