Pague Menos | Divulgação de Resultados 4T22 / 2022

Expansão Orgânica: Abertura de 61 lojas no 4T22 (118 no ano);

Integração Extrafarma: Conclusão da integração logística e migração de sistemas; sinergias anualizadas no 4T22 atingiram R$34 milhões (15% do potencial mapeado);

Receita Bruta standalone: Crescimento de 11,4% no 4T22 (+10,5% no ano);

Receita Bruta consolidado: Crescimento de 37,0% no 4T22 (+21,8% no ano);

EBITDA Aj. standalone: Crescimento de 34,1% no 4T22 (+16,4% no ano);

EBITDA Aj. consolidado: Crescimento de 46,2% no 4T22 (+19,9% no ano);

Lucro Líquido standalone: Crescimento de 183% no 4T22 (+8,7% no ano);

Eurofarma aporta R$ 15 mi em startup de suplementos

A Eurofarma fez um novo aporte de R$ 15 milhões na Ocean Drinve, startup catarinense especializada na personalização e desenvolvimento de suplementos, vitaminas e minerais à base de algas e nutrientes (superfoods). As informações são do Estadão.

O primeiro aporte, de R$ 4 milhões, ocorreu no fim de 2021 por meio da Neuron, Corporate Venture Capital da Eurofarma. Segundo a reportagem, o objetivo é reforçar a atuação no e-commerce e em lojas físicas.

Globo aumenta cotas no Brasileirão e pode faturar R$ 2,5 bilhões com futebol

Dona dos direitos das principais competições de futebol do país, a Globo pode arrecadar R$ 2,5 bilhões com o esporte em 2023. Além das sete cotas de patrocínio vendidas ainda no ano passado, a emissora negociou um espeço extra de anúncio para o Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil. As vendas da Libertadores são feitas a parte, por isso os números de faturamento podem alcançar a marca bilionária impressionante.

Quem assinou contrato nesta semana para anunciar nas competições nacionais foi a marca de cosméticos Nivea, que pagou R$ 240,9 milhões pelo espaço. Ela se junta a Amazon, Ambev, Betnacional, Fiat, Hypera Pharma, Itaú e Vivo, que pagaram o mesmo valor. Hypera, Vivo e Itaú renovaram o vínculo. Já a Ambev voltou após dois anos afastada.

Anvisa suspende uso emergencial de remédio contra covid leve e moderada

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu temporariamente nesta terça-feira (7) a autorização de uso emergencial do medicamento Evusheld (Tixagevimabe + Cilgavimabe), da AstraZeneca, indicado para tratamento da covid-19 em casos leves e moderados.

De acordo com os dados apresentados pela empresa, o medicamento demonstra queda significativa na atividade contra as variantes de preocupação do novo coronavírus em circulação no país.

Segundo a agência, caso existam lotes do medicamento em território brasileiro, a empresa detentora da autorização deve fazer a devida comunicação aos profissionais de saúde quanto à ineficácia do medicamento contra as variantes em circulação do Sars-Cov-2 no sentido de somente fazerem uso do medicamento quando o paciente tiver sido infectado por alguma variante do Sars-CoV-2 suscetível a ele.

Farmácias registram queda nas vendas e levantam sinal de alerta

Embora seja um setor que costuma ter maior resiliência aos cenários econômicos mais difíceis, o varejo farmacêutico entrou em 2023 com um sinal amarelo: em janeiro, o número de clientes atendidos e o volume de vendas caíram na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Foram vendidas pouco mais de 140 milhões de unidades de medicamentos no primeiro mês deste ano, ante quase 167 milhões em janeiro de 2022, segundo levantamento da Abrafarma, a associação que reúne grandes redes como RaiaDrogasil, Pacheco, Panvele outras. O total de atendimentos também caiu de 93 milhões para 89,5 milhões.

As vendas de produtos que não são remédios, como cosméticos e itens de higiene, ainda tiveram uma pequena alta (3,6%), de aproximadamente 106 milhões de unidades para quase 110 milhões no mês.

No total, o faturamento apresentou crescimento real tímido, inferior a 4% na comparação com janeiro do ano passado. É um recuo significativo diante do avanço em torno de 17,5% anotado em janeiro de 2022. A pior queda foi nos medicamentos isentos de prescrição médica, que perderam 17% de faturamento no período.

Seagen é pioneira em tratamento contra câncer e atrai interesse de grandes farmacêuticas

Uma empresa americana de biotecnologia não lucrativa que foi pioneira em um tipo relativamente novo de terapia contra o câncer chamou a atenção dos maiores farmacêuticos do mundo em busca da próxima grande oportunidade em um dos mercados mais lucrativos do setor.

A Seagen vende três dos novos agentes contra o câncer – conhecidos como conjugados anticorpo-medicamento – que funcionam como um míssil guiado para atingir tumores com toxinas. Embora os produtos da empresa gerem cerca de US$ 2 bilhões em vendas anuais e a empresa opere com prejuízo, ela tem uma avaliação de mercado de aproximadamente US$ 30 bilhões.