Laboratórios pedem suspensão de portaria que eleva preço de remédio em SP
Entidades do segmento destacam que caso a medida não seja revisada, a venda de vários medicamentos ficará inviável, além de gerar risco de “desabastecimentos pontuais”.
Em ofícios diferentes encaminhados ontem à Subsecretaria da Receita Estadual paulista, o Grupo FarmaBrasil, que reúne grandes nomes do setor como Aché, Biolab, EMS, Eurofarma, Hypera e Libbs, e as entidades PróGenéricos e Alanac alertam para distorções decorrentes da nova lista de Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) de diferentes produtos farmacêuticos, e pedem à pasta que a portaria, que entrará em vigor em 1º de fevereiro, seja suspensa até que as “inconsistências” sejam esclarecidas.


