Diversidade de gênero ainda precisa avançar no setor de saúde

Em práticas ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG), o grupo de empresas do setor de saúde com capital aberto ainda tem um longo caminho a percorrer. Mesmo já tendo evoluído nos últimos anos. É o que mostra estudo da consultoria Resultante feito a pedido do Prática ESG. Ao se considerar 150 aspectos das três dimensões do ESG, de 13 companhias de capital aberto, chegou-se a uma nota média de 53 pontos, dos 100 máximos. Em 2021, foram 51,7 pontos e, um ano antes, de 51,5 pontos.

BIOMM

A empresa de biotecnologia farmacêutica Biomm assinou um acordo de exclusividade com a Bioeq para comercializar e distribuir o medicamento ranibizumabe no Brasil — indicado para o tratamento de lesões graves na retina.

Resistente à covid-19? Novas pesquisas ajudam a entender fatores genéticos que protegem pessoas

Duas pesquisas recém-publicadas por cientistas brasileiros ajudam a entender fatores genéticos que protegem algumas pessoas da infecção ou até mesmo de desenvolver a forma grave da covid-19. Um dos estudos foi realizado com um grupo de idosos acima de 90 anos resistentes ao SARS-CoV-2 e o outro descreve o caso de gêmeos idênticos com desfecho diferente para a chamada covid longa.

Prêmio Nobel de Química vai para trio que estuda construção de moléculas

Um trio de cientistas – Carolyn Bertozzi, Morten Meldal e K. Barry Sharpless – é o vencedor do Prêmio Nobel de Química de 2022, conforme anunciou a Real Academia Sueca nesta quarta-feira, 5. Segundo os organizadores do prêmio, esses pesquisadores conseguem tornar processos químicos complexos mais fáceis e seus estudos contribuem com o avanço de descobertas farmacêuticas.

L’Oréal abandona ‘extra clara’ e ‘morena mais’ em protetor

A multinacional de cosméticos e maquiagensL’Oréal decidiu abolir definições como “extra clara”, “clara”, “morena” e “morena mais” nos seus protetores solares, nomes que costumam ter conotação racista. Outras nomenclaturas que deixam de ser usadas são “pele clara a média clara” e “pele média a negra”.
Os produtos passam a ostentar uma escala numérica de cores, que vão de 1.0 a 6.0. Além disso, a empresa acaba de desenvolver 11 novas fórmulas de proteção solar com cor, que ampliam de 32 para 43 a oferta de tons para a pele brasileira.

Far.Me obtém 92,5% de adesão a programa de suporte ao paciente

A Far.Me, que integra o ecossistema Viveo, celebra a adesão de 92,5% ao seu programa de suporte ao paciente a partir da implementação da telefarmácia. A iniciativa engloba o acompanhamento farmacêutico e os benefícios da Far.Me Box.
A empresa mineira nasceu em 2018, idealizada por três farmacêuticas que observaram os desafios dos pacientes e do mercado ao longo de suas carreiras, trabalhando em hospitais e casas de repouso. A startup facilita o gerenciamento de medicamentos de uso contínuo por meio de planos de assinatura. Os remédios são organizados em sachês para cada dia em ordem cronológica e entregues mensalmente na casa do cliente.

Anvisa representa Brasil em fórum de medicamentos biossimilares

Dos 32 remédios do gênero já registrados pela Anvisa, 21 receberam aprovação entre 2018 e 2019. Além disso, outros cinco já estão na fila. A agência, inclusive, instituiu a RDC 205 para criar uma fila de prioridade na análise desses medicamentos – especialmente os que atuam no combate a doenças raras. Mas quando o assunto é a incorporação do biossimilar, a frequência é outra.

Atualmente, o SUS disponibiliza apenas cinco biossimilares, voltados para tratamentos oncológicos e doenças reumáticas. E somente dois são produzidos inteiramente no Brasil – o ritumixabe, da Sandoz para casos de artrite reumatoide e linfoma não-Hodgkin; e a somatropina, do Laboratório Cristália, usado no combate ao hipopotuitarismo, uma espécie de deficiência do hormônio do crescimento.