Blanver quer o Brasil acima de tudo

O laboratório paulista Blanver, do empresário Sérgio Frangioni, pretende aproveitar o forte ritmo de crescimento da companhia nos últimos meses para acelerar os planos de nacionalização das matérias-primas, as chamadas IFAs (Ingredientes Farmacêuticos Ativos). A empresa, que vai fechar o ano com receita de R$ 600 milhões, o dobro do resultado de 2021, vai investir R$ 300 milhões até 2027 para ampliar de 5% para 50% o índice de nacionalização desses insumos.

Farmacêutica EMS é patrocinadora oficial do Festival CoMA em Brasília

Brasília se prepara para dar boas-vindas à 5ª edição do Festival CoMA – Consciência, Música e Arte, evento que mescla atrações musicais, debates sobre o mercado musical, intervenções artísticas e ações de inclusão social. A nova edição acontece entre os dias 4 e 7 de agosto e propõe ao público e convidados refletirem e experimentarem uma vivência transformadora de mundo. Desta vez, o festival recebe de forma inédita o patrocínio da EMS – maior laboratório farmacêutico no Brasil.

Farmácia em SP passa a usar robô para ajudar a entregar remédio a cliente

Um robô que permite a entrega de medicamentos ao cliente em até 30 segundos começou a operar na drogaria Soares, na Vila Mariana, zona sul da capital paulista. É a primeira farmácia do Estado de São Paulo a adotar a tecnologia, segundo a empresa fabricante e distribuidora da máquina, a BD.

“Ele sabe exatamente qual medicamento está ali, o tamanho da caixa, o prazo de validade e o lote. O robô faz um gerenciamento do estoque. Ele sabe o número e o tipo de medicamentos disponíveis na farmácia e o prazo de validade de cada um. O robô sempre dispensará aquele produto com tempo de validade mais curto”, explica Flávia Contin, líder do negócio MMS (Medication Management Solution) Brasil.

Reforma tributária é o grande desafio da indústria farmacêutica

“Hoje a indústria farmacêutica é muito dependente de insumos internacionais e temos que mudar isso. O grande vilão de toda indústria acaba sendo a carga tributária, que é muito elevada também no nosso setor. Esses altos tributos são somados à questão da burocracia, onde o ramo farmacêutico gasta 1.500 horas de trabalho por ano só para pagar impostos, enquanto nos outros países o número é bem menor”, afirma Renato Rezende, advogado do Sindusfarma. As informações são do Diário do Grande ABC.